quinta-feira, outubro 04, 2007

Amizade...

Este fim-de-semana tenho um casamento!
Em Lisboa (bem longinho), o que complica a tarefa de ir ao cabeleireiro, vestir, maquilhar... enfim, essas mariquices de mulher!

Mas o mais interessante deste casamento é que é de um amigo que conservo desde os tempos do liceu (ou escola secundária, como lhe queiram chamar)!

Ah... isso não é nada de especial, dizem vocês!
Talvez não... talvez também tenham amigos que mantêm há largos anos... se calhar até desde a primária!!!

Mas, no nosso caso, além do pormenor de ser uma amizade homem-mulher, logo desde o final do 12º ano, com a entrada na faculdade, que basicamente deixámos de estar juntos!
Ele foi estudar para Lisboa, eu fiquei pelo Porto.
Quando acabou a faculdade, eu continuei cá por cima, e ele continuou pela capital... até decidir descer mais uns quilometros até ao Algarve!

É portanto uma pessoa com quem apenas muito raramente estou: umas idas a Lisboa, em que se combina um cafezito, umas férias no Algarve e vamos jantar juntos... enfim...
Uns encontros fortuitos, talvez uma vez por ano...

Mas a amizade resistiu à distância...
É daquelas pessoas com quem gosto de estar: simpática, alegre, bem-disposta, com quem é fácil manter uma conversa...
Sempre nos demos bem... e acredito que assim continuará!!

É a beleza da amizade: não é preciso ser constantemente alimentada! A partir do momento em que surge, está simplesmente lá! :)

3 comentários:

Magda disse...

Adorei as tuas palavras.

Sandra disse...

Concordo plenamente contigo linda!!!

É maravilhoso termos amigos assim!:)

Um beijinho

maria disse...

É difícil manter uma amizade assim durante muito tempo e sem ser alimentada, isto é sem encontros , sem conversas.
Dos meus tempos de liceu conservei duas amigas que também vejo raramente. E é pena. Uma até vive aqui em Lisboa mas acabamos por nunca dizer nada. Nem sei se nos poderemos considerar amigas e, há medida que os anos passam, fica apenas uma recordação dos tempos antigos que não sei se é suficiente para recomeeçar, tantas são as alterações que sofremos e que são desconhecidas uma da outra.